domingo, 30 de junho de 2013
E.B.D. ATOS 9 e 10 - A conversão de Saulo, Cornélio, familiares, amigos e Pedro.
A conversão de Saulo, Cornélio, familiares, amigos e Pedro.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
EBD ATOS 8- DIACONO FILIPE USADO PELO ESPIRITO SANTO
EBD ATOS 8- FILIPE PREGA E BATIZA EM SAMARIA, CONVERTE SIMÃO E BATIZA O TESOUREIRO ETÍOPE
sábado, 22 de junho de 2013
Mateus 6.16 a 18 - Jejum! por que fazer?? como fazer??
Mateus 6. 16 a 18 -O JEJUM
A questão
da retidão pessoal.
“Guardai-vos de
exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles;
doutra sorte não tereis galardão junto de vosso Pai celeste” (Mateus 6:1).
Já tivemos oportunidade de salientar como nosso Senhor
mostrou que nossa vida cristã pode ser dividida em
três seções principais. Há aquele aspecto ou porção de nossas vidas
em que (1) fazemos o bem ao próximo — a doação de esmolas. Também há a
questão de (2) nossa relação pessoal e íntima
com Deus — a nossa vida de oração.
E o terceiro ponto é (3) versículos
16 a 18 — a questão da disciplina pessoal na vida espiritual do indivíduo, considerada
especialmente em termos do jejum. Entretanto, é importante que entendamos que
aquilo que o Senhor disse neste trecho, acerca do jejum, é igualmente aplicável
à questão inteira da disciplina em nossa
vida espiritual. Tenho os meus contactos pessoais com homens e
mulheres; tenho os meus contactos com Deus; e também entro em contacto
comigo. Por semelhante modo, podemos pensar nessa tríplice divisão
em termos daquilo que faço acerca dos meus semelhantes, acerca de Deus e
acerca de mim mesmo.
Todavia, se tivermos de tratar com pessoas que vivem chamando
atenção para aquilo que fazem, que dão excessiva
importância às obras, então será mister
enfatizarmos diante delas esse notável aspecto
e elemento da fé.
A Igreja Anglicana, quer da Igreja Católica Romana sempre
deu grande preeminência a essa questão do jejum. E a posição dos evangélicos
não é algo que sobreviva por si só; será sempre uma reação contra as doutrinas
do catolicismo.
Nosso
Senhor estava primariamente interessado por um único aspecto desse tema do
jejum, a saber, a tendência de nos ocuparmos dessas diversas práticas religiosas
com o único objetivo de sermos vistos pelos homens. O exibicionismo.
Na realidade, qual é o papel do jejum na vida do crente? Trata-se
de uma prática ensinada no Antigo
Testamento. De acordo com a lei de Moisés, os filhos de Israel tinham recebido
a ordem de jejuar uma vez por ano, o
que era um estatuto obrigatório para
aquela nação e para aquele povo, para sempre.
Mais adiante, aprendemos que, devido a certas divergências
nacionais, o próprio povo judeu acrescentou certos jejuns adicionais. Contudo, o único jejum diretamente ordenado por Deus foi aquele grande jejum anual.
Histórico
bíblico e eclesiástico do Jejum: Quando examinamos o ensino
do Senhor Jesus, descobrimos que embora Ele nunca tivesse ensinado diretamente
que alguém jejuasse, sem dúvida Ele ensinava indiretamente essa prática. Em
Mateus 9, lemos que a Jesus dirigiram uma pergunta específica acerca do jejum.
Perguntaram-Lhe: “Por que jejuamos nós e os fariseus [muitas vezes], e teus
discípulos não jejuam? Respondeu-lhes
Jesus: Podem acaso estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o
noivo está com eles? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo, e
nesses dias hão de jejuar” (v. 14 e 15). Parece-me que nesse trecho, de forma
evidente, temos o ensino implícito sobre o jejum, e quase mesmo a sua defesa.
Seja como for, o que não se pode duvidar é que Jesus nunca proibiu o jejum. De
fato, no trecho que ora consideramos, a Sua aprovação ao jejum é claramente
obviada. O que Ele disse foi: “Tu, porém, quando jejuares, unge a cabeça e lava
o rosto” (Mateus 6:17). Com base nessas palavras de Jesus, portanto, concluímos
que, para Ele, o jejum nada tinha de errado e era recomendável ao povo crente.
E nós mesmos estamos informados de que Ele jejuou por quarenta dias e quarenta
noites, quando, no ermo, foi tentado por Satanás. Então, passando além da
doutrina e da prática de nosso Senhor, e chegando à doutrina e à prática da
Igreja primitiva, descobrimos que o jejum era praticado pelos apóstolos. A
Igreja de Antioquia, ao enviar Paulo e Barnabé, na primeira viagem missionária
deles, só o fez depois de um período de oração e jejum. De fato, em qualquer
ocasião importante, quando confrontada por alguma decisão vital, a Igreja
primitiva sempre parecia entregar-se à prática da oração e do jejum, e o
apóstolo Paulo, ao referir-se a si mesmo e à sua vida cristã, aludiu aos
“jejuns” entre as suas práticas e aflições (ver 2 Coríntios 6:5). É patente
que, para Paulo, jejuar era um aspecto regular de sua vida. Ora, aqueles que se
interessam pelas questões atinentes à crítica textual deverão estar lembrados
de que, no trecho de Marcos 9:29, onde nosso Senhor diz: “Esta casta não pode
sair senão por meio de oração e jejum”, a verdade mais provável é que as
palavras finais, “e jejum”, não deveriam constar do texto, segundo os melhores
documentos e manuscritos;
O jejum é reconhecido como prática correta e valiosa. E
quando inquirimos a História subsequente da Igreja, descobrimos precisamente a
mesma coisa. Os santos de Deus, em todas as épocas e em todos os lugares têm
posto em prática. O povo de Deus sempre sentiu que o jejum não somente é uma
prática correta, mas também que ela se reveste de imenso valor, quanto aos seus
efeitos, sob determinadas circunstâncias. Esse é o pano de fundo histórico.
O que o
jejum realmente significa? é a
abstinência de alimentos com vistas a propósitos espirituais. Essa é a noção
bíblica do jejum, que precisa ser distinguida daquilo que é puramente físico. A
noção bíblica do jejum é que, por causa de certos objetivos e razões
espirituais, homens e mulheres resolvem fazer abstinência de alimentos. O jejum é algo incomum, excepcional, algo
que um homem põe em prática apenas ocasionalmente, com uma finalidade especial.
Em outras palavras, a moderação ao comer
não eqüivale a jejuar. A moderação ao comer faz parte da disciplina pessoal no
tocante ao corpo, sendo uma excelente maneira de esmurrá-lo; mas isso não é a
mesma coisa que jejuar. Jejuar é abster-se completamente de alimentos, na busca
de certos alvos especiais como a oração, a meditação ou a busca do Senhor,
devido a alguma razão peculiar, ou sob circunstâncias especiais. O jejum não
somente deve confinar-se à questão de alimentos sólidos e líquidos; deveria
incluir a abstinência de qualquer coisa, legítima em si mesma, tendo-se em
vista algum propósito espiritual especial.
Ao chegarmos aos dias do Novo Testamento, descobrimos que os
fariseus costumavam jejuar duas vezes por semana. Jamais Deus determinara tal
prática, mas eles assim faziam, e pensavam que isso fosse uma porção vital de
sua vida religiosa. A tendência de certas pessoas religiosas sempre será ir
além daquilo que está escrito na Bíblia; e essa era a posição dos fariseus.
Há maneiras erradas de jejuar. Eis uma
delas.
1-
Se
jejuarmos de maneira mecânica, ou meramente com a finalidade de jejuar.
Se eu fizer do jejum uma finalidade em si mesma, algo acerca do que eu possa dizer:
“Bem, agora que eu me tornei crente, terei de jejuar em tal dia e em tal época
do ano, porque isso faz parte da religião cristã”, então seria melhor se eu não
jejuasse. O elemento especial do jejum desaparece quando é praticado dessa
maneira. Isso é algo que não ocorre
somente no caso do jejum. Dá-se precisamente o mesmo na questão do jejum. Há
pessoas que abordam o problema precisamente assim. Tornaram-se crentes; mas preferem agora submeter-se a alguma espécie de
lei, de norma. Preferem que se lhes diga exatamente o que devem e o
que não devem fazer. Em determinado dia da semana não podem comer carne, e
coisas desse tipo. Isso é algo que nunca deve ser utilizado na prática cristã,
a saber, não comer tal ou qual coisa em certo dia da semana ou do ano! Ou
então, abster-se de alimentos, ou comer menos, em certos períodos do ano, e
assim por diante. Em tudo isso oculta-se uma sutil ameaça. Qualquer coisa que
fizermos somente por fazê-la, como se fosse uma rotina, certamente viola
ensinamentos bíblicos importantes. Jamais deveríamos considerar o jejum como um fim em
si mesmo.
Algumas pessoas afirmam que é excelente a prática de não se
comer certas coisas em determinados dias da semana, ou então que, em dados
períodos do ano, nos deveríamos abster de certas coisas. Portanto, é um erro
grave reduzir-se o jejum meramente a uma parcela do processo de ritual
religioso.
2- Forma
erroneamente do jejum: Jejuam porque esperam resultados
diretos e imediatos do jejum. Em outras palavras,
consideram o jejum como uma espécie de aparelho mecânico; elas têm um ponto de
vista do jejum que tenho chamado de “moeda na fenda”. Alguém mete uma moeda na
fenda de um aparelho qualquer, puxa a manivela, e obtém um resultado imediato.
Para muitos essa é a perspectiva do jejum. Se alguém quiser auferir certos
benefícios, dizem elas, então que jejue; se alguém jejuar, receberá benefícios
imediatos. O valor do jejum é indireto,
e não direto.
Há quem diga que se ao menos obedecermos a certas condições,
obteremos uma bênção, com resultados imediatos e diretos. Ora, Jamais
deveríamos jejuar em busca de resultados diretos e imediatos.
E então, a exortação é: “Se você quer uma bênção, então
jejue”. As bênçãos celestiais jamais se tornam automáticas. “Porquanto faço
isto, obtenho aquilo”, isso significará que teremos começado a controlar a
bênção divina. Isso é um insulto a Deus, violando a grande doutrina de Sua
soberania final.
Jamais deveríamos aceitar, praticar ou advogar a prática do
jejum como um método ou como um meio para se obter diretamente qualquer bênção.
3-
A maneira errada é de chamar atenção ao fato que estamos jejuando. “Quando
jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas: porque desfiguram
o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Queriam chamar atenção ao
fato que estavam jejuando, por isso mantiveram a aparência de miseráveis,
infelizes, e todos os que os olharam, disseram: “Ah! Ele está observando um
período de jejum. Ele é uma pessoa de uma espiritualidade fora do comum. Olhe
para ele, olhe o que ele está sacrificando e sofrendo por causa da sua devoção
a Deus.” Qualquer pronunciamento do fato do que estamos fazendo, ou o chamar
atenção para o mesmo, é algo que é inteiramente repreensível por Ele. Você não
deve soar a trombeta proclamando as coisas que você irá fazer. Você não deve
chamar atenção ao fato que está jejuando.
Ele condena a questão da aparência piedosa proposital, a
adoção de atitudes religiosas que dêem na vista.
4- O erro
mais grave é essa preocupação
com a opinião alheia. Não nos importemos com a impressão que estivermos
dando a outros;
O princípio do nosso Senhor é o seguinte: “Esqueça-se
inteiramente das outras pessoas”. Assim, para evitarmos parecer melancólicos,
não forcemos um sorriso nos lábios. Esqueçamo-nos de nosso rosto, esqueçamo-nos
de nós mesmos, esqueçamo-nos totalmente das demais pessoas.
Examinemos agora a
maneira certa:
1-
O jejum sempre deveria ser conceituado como um
meio para se chegar a um fim, e não como um fim em si mesmo. O jejum só deveria ser praticado quando alguém se
sentisse impelido ou fosse levado a isso por razões estritamente espirituais.
O jejum não deve ser posto em prática somente porque algum segmento da igreja
decretou essa prática às sextas-feiras, ou durante o período da Quaresma, ou
durante qualquer outra época do ano.
2-
Não devemos
jejuar mecanicamente. Deveríamos praticar esses preceitos religiosos
o tempo todo, e não apenas em períodos prefixados. Devo jejuar somente quando
sentir que estou sendo levado a isso pelo Espírito de Deus, quando eu tiver por
objetivo algum elevado propósito espiritual. Jamais devo jejuar em harmonia com
alguma regra ou norma, e, sim, porque sinto que há alguma necessidade peculiar
de uma inteira concentração da inteireza do meu ser em Deus e na minha adoração
a Ele. Então terá chegado, de fato, a oportunidade de jejuar, e essa é a
maneira certa de abordar a questão.
Parece-me que é aquilo que eu sou que demonstra essa diferença.
Se eu mesmo sou correto, em meu homem interior, tudo o mais seguir-se-á
naturalmente. Portanto, convém que eu proclame que sou crente demonstrando
aquilo que sou. Contudo, ponderemos. Temos aqui uma questão assaz, fascinante e
atrativa. Por sermos crentes, todos deveríamos desejar ser diferentes das
pessoas mundanas.
Há indivíduos que imaginam que aqueles que jejuam ostensivamente são profundamente espirituais, são
excepcionalmente santos. Esses recebem seu louvor da parte dos homens, mas
isso constitui toda a sua recompensa, pois Deus vê os segredos dos corações.
Ele vê o coração do homem e sabe que “aquilo que é elevado entre homens, é
abominação diante de Deus” (Lucas16:15).
Qual, pois, é a maneira correta do crente jejuar?
3-
A primeira
coisa é que o jejum não envolva um esforço distorcido, conforme
faziam os fariseus. Por ter nosso Senhor dito: “Tu, porém, quando jejuares,
unge a cabeça e lava o rosto; com o fim de não parecer aos homens que jejuas,
e, sim, ao teu Pai em secreto”, O que nosso senhor quis dizer, pois, é o
seguinte: “Quando você jejuar, faça-o de maneira natural”.
Há pessoas que de tal maneira temem parecer mesquinhas, ou
que temem ser consideradas tolas, porquanto são crentes, que se inclinam para o
extremo oposto. No entanto, asseveram que devemos dar a impressão que ser
crente é ser feliz e cheio de vida. E nesses movimentos alguns vão ainda mais
longe em seu delírio, afirmando que o
jejum é anulado quando outra pessoa toma conhecimento do mesmo.
Conclusão:
Simplesmente dediquemo-nos inteiramente à causa de Deus. Que
nossa preocupação seja somente com Deus e sobre como podemos agradá-Lo em tudo.
Preocupemo-nos exclusivamente com a Sua honra e glória.
Se um homem está vivendo inteiramente para a glória do
Senhor, então ninguém precisa prescrever para ele quando deve jejuar, nem
precisa prescrever para ele o tipo de roupas que deve usar, e nem precisa
prescrever- lhe qualquer outra coisa. E teu Pai que vê em secreto, te
recompensará”. A única coisa que importa é que a nossa relação com Deus esteja
correta, e que o nosso objetivo seja agradar ao Senhor. Se essa for a nossa
preocupação, então poderemos deixar todo o resto aos Seus cuidados. Talvez o
Senhor retenha o nosso galardão durante anos; mas isso não importa. Receberemos
a recompensa. As promessas divinas nunca falham. Embora o mundo jamais entenda
quem somos, Deus o sabe, e, naquele grande Dia esse fato será proclamado diante
do mundo inteiro. “E teu Pai que vê em secreto, te recompensará”.
Que os homens não te
ouçam, não te amem e nem te louvem, nem te aplaudam. Mas, que importa isso: É o
Senhor quem te aprova.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
As alianças das Obras,da Redenção e da Graça e suas dispensações.
Doutrina da Aliança das Obras.
1.
OS ELEMENTOS COMPONENTES DE UMA ALIANÇA ESTÃO
PRESENTES NA NARRATIVA PRIMITIVA. Todos os elementos componentes de uma aliança
estão indicados na Escritura, são mencionadas duas partes, é estabelecida uma
condição, está claramente envolvida uma promessa de recompensa pela obediência,
e é feita a ameaça de uma penalidade pela transgressão.. Deus e o homem não
comparecem como partes iguais em nenhuma destas alianças. Todas as alianças de
Deus são da natureza de disposições soberanas impostas ao homem.
2.
. HOUVE PROMESSA DE VIDA ETERNA.
3.
AS PARTES CONTRASTANTES. De um lado havia o Deus
triúno, o Criador e Senhor, e de outro, Adão como Sua criatura dependente.
4.
A CONDIÇÃO DA ALIANÇA. A condição era a
obediência implícita e perfeita.
5.
O CASTIGO ANUNCIADO PELA ALIANÇA. O castigo
anunciado era a morte
6.
O(S) SACRAMENTO(S) DA ALIANÇA. A árvore da vida
A Situação Atual da Aliança das Obras: não
foi abrogada ?? foi abrogada ??
A Aliança da Redenção:
7.
Entre o Pai e o Filho
8.
1 Co 15.22, Jesus é claramente considerado o chefe
representativo, isto é, o chefe de uma aliança. Cristo é o Penhor ou Fiador e o
Chefe.
9.
Sacramento Mt 3.15.
10.
REQUISITOS. O Pai exigiu do Filho
11.
PROMESSAS:
O Conteúdo da Aliança da Graça.
1.
AS PROMESSAS DE DEUS. A principal promessa de
Deus, que inclui todas as outras promessas, “serie Deus para ti e para atua
semente, depois de ti”, Gn 17.7. Jr 31.33; 32.38-40; Ez 34.23-25, 30, 31;
36.25-28; 37.26,27; 2 Co 6.16-18; Hb 8.10.
2.
As Partes Contratantes.
3.
Como na aliança das obras, na aliança da graça
Deus é a primeira parte contratante, determina a relação que a segunda parte
manterá com Ele.
4.
A RESPOSTA FAVORÁVEL DO HOMEM. (a) a resposta
positiva será caracterizada por um amor verdadeiro, fiel, confiante, consagrado
e devotado.
Diferentes Dispensações da Aliança: . A PRIMEIRA REVELAÇÃO
DA ALIANÇA ( Gên. 3.15); A ALIANÇA COM NOÉ ; A ALIANÇA COM ABRAÃO Gn 17.7; A
ALIANÇA SINÁITICA Ex 19.5; Lv 26.44, 45;
Aliança Davídica, 2 Sm 7.14, Nova Aliança, Jr 31.33; Hb 8.10;
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Reintegração do Diacono Joaquim ,apresentação de Ikaro e Santa Ceia
Ensaio dos Adolescentes
A Volta do Diacono Joaquim a comunhão
domingo, 16 de junho de 2013
Jantar dos Namorados - Viva o namoro entre casados.
O Mestre de cozinha - Erielton - Caprichou
A Preparação do Templo para receber os convidados.
A Equipe do Evento.
O Salão pronto
O Primeiro casal a chegar Marco Aurelio e Veronica
Diaconisa Célia e Moacir
Presbítero Pablo e Ministra Silvia
Presbitero e Ministra e Pastor e Pastora
Wilian e Monique
Composição da primeira mesa
Wagner e Evangelista Vânia
Os adolescentes trabalhando
Pastor Camargo e Pastora Flor
Evangelista Erivelton e Diaconisa Stella
A Entrada servida
Evangelista e diaconisa
Presbitero e diaconisa
Ministra louvando
Veronica e Marco Aurélio
Os casais desfrutando o jantar
Nelito e Neide
Os casais
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