sábado, 22 de junho de 2013

Mateus 6.16 a 18 - Jejum! por que fazer?? como fazer??

Mateus 6. 16 a 18 -O JEJUM
A questão da retidão pessoal.
 “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte não tereis galardão junto de vosso Pai celeste” (Mateus 6:1).
Já tivemos oportunidade de salientar como nosso Senhor mostrou que nossa vida cristã pode ser dividida em três seções principais. Há aquele aspecto ou porção de nossas vidas em que (1) fazemos o bem ao próximoa doação de esmolas. Também há a questão de (2) nossa relação pessoal e íntima com Deusa nossa vida de oração. E o terceiro ponto é (3) versículos 16 a 18 — a questão da disciplina pessoal na vida espiritual do indivíduo, considerada especialmente em termos do jejum. Entretanto, é importante que entendamos que aquilo que o Senhor disse neste trecho, acerca do jejum, é igualmente aplicável à questão inteira da disciplina em nossa vida espiritual. Tenho os meus contactos pessoais com homens e mulheres; tenho os meus contactos com Deus; e também entro em contacto comigo. Por semelhante modo, podemos pensar nessa tríplice divisão em termos daquilo que faço acerca dos meus semelhantes, acerca de Deus e acerca de mim mesmo.
Todavia, se tivermos de tratar com pessoas que vivem chamando atenção para aquilo que fazem, que dão excessiva importância às obras, então será mister enfatizarmos diante delas esse notável aspecto e elemento da fé.
A Igreja Anglicana, quer da Igreja Católica Romana sempre deu grande preeminência a essa questão do jejum. E a posição dos evangélicos não é algo que sobreviva por si só; será sempre uma reação contra as doutrinas do catolicismo.
Nosso Senhor estava primariamente interessado por um único aspecto desse tema do jejum, a saber, a tendência de nos ocuparmos dessas diversas práticas religiosas com o único objetivo de sermos vistos pelos homens. O exibicionismo.
Na realidade, qual é o papel do jejum na vida do crente? Trata-se de uma prática ensinada no Antigo Testamento. De acordo com a lei de Moisés, os filhos de Israel tinham recebido a ordem de jejuar uma vez por ano, o que era um estatuto obrigatório para aquela nação e para aquele povo, para sempre.
Mais adiante, aprendemos que, devido a certas divergências nacionais, o próprio povo judeu acrescentou certos jejuns adicionais. Contudo, o único jejum diretamente ordenado por Deus foi aquele grande jejum anual.
Histórico bíblico e eclesiástico do Jejum: Quando examinamos o ensino do Senhor Jesus, descobrimos que embora Ele nunca tivesse ensinado diretamente que alguém jejuasse, sem dúvida Ele ensinava indiretamente essa prática. Em Mateus 9, lemos que a Jesus dirigiram uma pergunta específica acerca do jejum. Perguntaram-Lhe: “Por que jejuamos nós e os fariseus [muitas vezes], e teus discípulos não  jejuam? Respondeu-lhes Jesus: Podem acaso estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo, e nesses dias hão de jejuar” (v. 14 e 15). Parece-me que nesse trecho, de forma evidente, temos o ensino implícito sobre o jejum, e quase mesmo a sua defesa. Seja como for, o que não se pode duvidar é que Jesus nunca proibiu o jejum. De fato, no trecho que ora consideramos, a Sua aprovação ao jejum é claramente obviada. O que Ele disse foi: “Tu, porém, quando jejuares, unge a cabeça e lava o rosto” (Mateus 6:17). Com base nessas palavras de Jesus, portanto, concluímos que, para Ele, o jejum nada tinha de errado e era recomendável ao povo crente. E nós mesmos estamos informados de que Ele jejuou por quarenta dias e quarenta noites, quando, no ermo, foi tentado por Satanás. Então, passando além da doutrina e da prática de nosso Senhor, e chegando à doutrina e à prática da Igreja primitiva, descobrimos que o jejum era praticado pelos apóstolos. A Igreja de Antioquia, ao enviar Paulo e Barnabé, na primeira viagem missionária deles, só o fez depois de um período de oração e jejum. De fato, em qualquer ocasião importante, quando confrontada por alguma decisão vital, a Igreja primitiva sempre parecia entregar-se à prática da oração e do jejum, e o apóstolo Paulo, ao referir-se a si mesmo e à sua vida cristã, aludiu aos “jejuns” entre as suas práticas e aflições (ver 2 Coríntios 6:5). É patente que, para Paulo, jejuar era um aspecto regular de sua vida. Ora, aqueles que se interessam pelas questões atinentes à crítica textual deverão estar lembrados de que, no trecho de Marcos 9:29, onde nosso Senhor diz: “Esta casta não pode sair senão por meio de oração e jejum”, a verdade mais provável é que as palavras finais, “e jejum”, não deveriam constar do texto, segundo os melhores documentos e manuscritos;
O jejum é reconhecido como prática correta e valiosa. E quando inquirimos a História subsequente da Igreja, descobrimos precisamente a mesma coisa. Os santos de Deus, em todas as épocas e em todos os lugares têm posto em prática. O povo de Deus sempre sentiu que o jejum não somente é uma prática correta, mas também que ela se reveste de imenso valor, quanto aos seus efeitos, sob determinadas circunstâncias. Esse é o pano de fundo histórico.
O que o jejum realmente significa? é a abstinência de alimentos com vistas a propósitos espirituais. Essa é a noção bíblica do jejum, que precisa ser distinguida daquilo que é puramente físico. A noção bíblica do jejum é que, por causa de certos objetivos e razões espirituais, homens e mulheres resolvem fazer abstinência de alimentos. O jejum é algo incomum, excepcional, algo que um homem põe em prática apenas ocasionalmente, com uma finalidade especial. Em outras palavras, a moderação ao comer não eqüivale a jejuar. A moderação ao comer faz parte da disciplina pessoal no tocante ao corpo, sendo uma excelente maneira de esmurrá-lo; mas isso não é a mesma coisa que jejuar. Jejuar é abster-se completamente de alimentos, na busca de certos alvos especiais como a oração, a meditação ou a busca do Senhor, devido a alguma razão peculiar, ou sob circunstâncias especiais. O jejum não somente deve confinar-se à questão de alimentos sólidos e líquidos; deveria incluir a abstinência de qualquer coisa, legítima em si mesma, tendo-se em vista algum propósito espiritual especial.
Ao chegarmos aos dias do Novo Testamento, descobrimos que os fariseus costumavam jejuar duas vezes por semana. Jamais Deus determinara tal prática, mas eles assim faziam, e pensavam que isso fosse uma porção vital de sua vida religiosa. A tendência de certas pessoas religiosas sempre será ir além daquilo que está escrito na Bíblia; e essa era a posição dos fariseus.
 maneiras erradas de jejuar. Eis uma delas.
1-      Se jejuarmos de maneira mecânica, ou meramente com a finalidade de jejuar. Se eu fizer do jejum uma finalidade em si mesma, algo acerca do que eu possa dizer: “Bem, agora que eu me tornei crente, terei de jejuar em tal dia e em tal época do ano, porque isso faz parte da religião cristã”, então seria melhor se eu não jejuasse. O elemento especial do jejum desaparece quando é praticado dessa maneira.  Isso é algo que não ocorre somente no caso do jejum. Dá-se precisamente o mesmo na questão do jejum. Há pessoas que abordam o problema precisamente assim. Tornaram-se crentes; mas preferem agora submeter-se a alguma espécie de lei, de norma. Preferem que se lhes diga exatamente o que devem e o que não devem fazer. Em determinado dia da semana não podem comer carne, e coisas desse tipo. Isso é algo que nunca deve ser utilizado na prática cristã, a saber, não comer tal ou qual coisa em certo dia da semana ou do ano! Ou então, abster-se de alimentos, ou comer menos, em certos períodos do ano, e assim por diante. Em tudo isso oculta-se uma sutil ameaça. Qualquer coisa que fizermos somente por fazê-la, como se fosse uma rotina, certamente viola ensinamentos bíblicos importantes. Jamais  deveríamos considerar o jejum como um fim em si mesmo.
Algumas pessoas afirmam que é excelente a prática de não se comer certas coisas em determinados dias da semana, ou então que, em dados períodos do ano, nos deveríamos abster de certas coisas. Portanto, é um erro grave reduzir-se o jejum meramente a uma parcela do processo de ritual religioso.
2-      Forma erroneamente do jejum: Jejuam porque esperam resultados diretos e imediatos do jejum. Em outras palavras, consideram o jejum como uma espécie de aparelho mecânico; elas têm um ponto de vista do jejum que tenho chamado de “moeda na fenda”. Alguém mete uma moeda na fenda de um aparelho qualquer, puxa a manivela, e obtém um resultado imediato. Para muitos essa é a perspectiva do jejum. Se alguém quiser auferir certos benefícios, dizem elas, então que jejue; se alguém jejuar, receberá benefícios imediatos. O valor do jejum é indireto, e não direto.
Há quem diga que se ao menos obedecermos a certas condições, obteremos uma bênção, com resultados imediatos e diretos. Ora, Jamais deveríamos jejuar em busca de resultados diretos e imediatos.
E então, a exortação é: “Se você quer uma bênção, então jejue”. As bênçãos celestiais jamais se tornam automáticas. “Porquanto faço isto, obtenho aquilo”, isso significará que teremos começado a controlar a bênção divina. Isso é um insulto a Deus, violando a grande doutrina de Sua soberania final.
Jamais deveríamos aceitar, praticar ou advogar a prática do jejum como um método ou como um meio para se obter diretamente qualquer bênção.
3-      A maneira errada é de chamar atenção ao fato que estamos jejuando. “Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas: porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Queriam chamar atenção ao fato que estavam jejuando, por isso mantiveram a aparência de miseráveis, infelizes, e todos os que os olharam, disseram: “Ah! Ele está observando um período de jejum. Ele é uma pessoa de uma espiritualidade fora do comum. Olhe para ele, olhe o que ele está sacrificando e sofrendo por causa da sua devoção a Deus.” Qualquer pronunciamento do fato do que estamos fazendo, ou o chamar atenção para o mesmo, é algo que é inteiramente repreensível por Ele. Você não deve soar a trombeta proclamando as coisas que você irá fazer. Você não deve chamar atenção ao fato que está jejuando.
Ele condena a questão da aparência piedosa proposital, a adoção de atitudes religiosas que dêem na vista.
4-            O erro mais grave é essa preocupação com a opinião alheia. Não nos importemos com a impressão que estivermos dando a outros;
O princípio do nosso Senhor é o seguinte: “Esqueça-se inteiramente das outras pessoas”. Assim, para evitarmos parecer melancólicos, não forcemos um sorriso nos lábios. Esqueçamo-nos de nosso rosto, esqueçamo-nos de nós mesmos, esqueçamo-nos totalmente das demais pessoas.
Examinemos agora a maneira certa:
1-      O jejum sempre deveria ser conceituado como um meio para se chegar a um fim, e não como um fim em si mesmo. O jejum só deveria ser praticado quando alguém se sentisse impelido ou fosse levado a isso por razões estritamente espirituais. O jejum não deve ser posto em prática somente porque algum segmento da igreja decretou essa prática às sextas-feiras, ou durante o período da Quaresma, ou durante qualquer outra época do ano.
2-      Não devemos jejuar mecanicamente. Deveríamos praticar esses preceitos religiosos o tempo todo, e não apenas em períodos prefixados. Devo jejuar somente quando sentir que estou sendo levado a isso pelo Espírito de Deus, quando eu tiver por objetivo algum elevado propósito espiritual. Jamais devo jejuar em harmonia com alguma regra ou norma, e, sim, porque sinto que há alguma necessidade peculiar de uma inteira concentração da inteireza do meu ser em Deus e na minha adoração a Ele. Então terá chegado, de fato, a oportunidade de jejuar, e essa é a maneira certa de abordar a questão.
Parece-me que é aquilo que eu sou que demonstra essa diferença. Se eu mesmo sou correto, em meu homem interior, tudo o mais seguir-se-á naturalmente. Portanto, convém que eu proclame que sou crente demonstrando aquilo que sou. Contudo, ponderemos. Temos aqui uma questão assaz, fascinante e atrativa. Por sermos crentes, todos deveríamos desejar ser diferentes das pessoas mundanas.
Há indivíduos que imaginam que aqueles que jejuam ostensivamente são profundamente espirituais, são excepcionalmente santos. Esses recebem seu louvor da parte dos homens, mas isso constitui toda a sua recompensa, pois Deus vê os segredos dos corações. Ele vê o coração do homem e sabe que “aquilo que é elevado entre homens, é abominação diante de Deus” (Lucas16:15).
Qual, pois, é a maneira correta do crente jejuar?
3-      A primeira coisa é que o jejum não envolva um esforço distorcido, conforme faziam os fariseus. Por ter nosso Senhor dito: “Tu, porém, quando jejuares, unge a cabeça e lava o rosto; com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e, sim, ao teu Pai em secreto”, O que nosso senhor quis dizer, pois, é o seguinte: “Quando você jejuar, faça-o de maneira natural”.
Há pessoas que de tal maneira temem parecer mesquinhas, ou que temem ser consideradas tolas, porquanto são crentes, que se inclinam para o extremo oposto. No entanto, asseveram que devemos dar a impressão que ser crente é ser feliz e cheio de vida. E nesses movimentos alguns vão ainda mais longe em seu delírio, afirmando que o jejum é anulado quando outra pessoa toma conhecimento do mesmo.
Conclusão:
Simplesmente dediquemo-nos inteiramente à causa de Deus. Que nossa preocupação seja somente com Deus e sobre como podemos agradá-Lo em tudo. Preocupemo-nos exclusivamente com a Sua honra e glória.
Se um homem está vivendo inteiramente para a glória do Senhor, então ninguém precisa prescrever para ele quando deve jejuar, nem precisa prescrever para ele o tipo de roupas que deve usar, e nem precisa prescrever- lhe qualquer outra coisa. E teu Pai que vê em secreto, te recompensará”. A única coisa que importa é que a nossa relação com Deus esteja correta, e que o nosso objetivo seja agradar ao Senhor. Se essa for a nossa preocupação, então poderemos deixar todo o resto aos Seus cuidados. Talvez o Senhor retenha o nosso galardão durante anos; mas isso não importa. Receberemos a recompensa. As promessas divinas nunca falham. Embora o mundo jamais entenda quem somos, Deus o sabe, e, naquele grande Dia esse fato será proclamado diante do mundo inteiro. “E teu Pai que vê em secreto, te recompensará”.

Que os homens não te ouçam, não te amem e nem te louvem, nem te aplaudam. Mas, que importa isso: É o Senhor quem te aprova. 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

As alianças das Obras,da Redenção e da Graça e suas dispensações.

Doutrina da Aliança das Obras.
1.       OS ELEMENTOS COMPONENTES DE UMA ALIANÇA ESTÃO PRESENTES NA NARRATIVA PRIMITIVA. Todos os elementos componentes de uma aliança estão indicados na Escritura, são mencionadas duas partes, é estabelecida uma condição, está claramente envolvida uma promessa de recompensa pela obediência, e é feita a ameaça de uma penalidade pela transgressão.. Deus e o homem não comparecem como partes iguais em nenhuma destas alianças. Todas as alianças de Deus são da natureza de disposições soberanas impostas ao homem.
2.       . HOUVE PROMESSA DE VIDA ETERNA.
3.       AS PARTES CONTRASTANTES. De um lado havia o Deus triúno, o Criador e Senhor, e de outro, Adão como Sua criatura dependente.
4.       A CONDIÇÃO DA ALIANÇA. A condição era a obediência implícita e perfeita.
5.       O CASTIGO ANUNCIADO PELA ALIANÇA. O castigo anunciado era a morte
6.       O(S) SACRAMENTO(S) DA ALIANÇA. A árvore da vida
A Situação Atual da Aliança das Obras: não foi abrogada ?? foi abrogada ??

A Aliança da Redenção:
7.       Entre o Pai e o Filho
8.       1 Co 15.22, Jesus  é claramente considerado o chefe representativo, isto é, o chefe de uma aliança. Cristo é o Penhor ou Fiador e o Chefe.
9.       Sacramento Mt 3.15.
10.   REQUISITOS. O Pai exigiu do Filho
11.   PROMESSAS:
O Conteúdo da Aliança da Graça.
1.       AS PROMESSAS DE DEUS. A principal promessa de Deus, que inclui todas as outras promessas, “serie Deus para ti e para atua semente, depois de ti”, Gn 17.7. Jr 31.33; 32.38-40; Ez 34.23-25, 30, 31; 36.25-28; 37.26,27; 2 Co 6.16-18; Hb 8.10.
2.       As Partes Contratantes.
3.       Como na aliança das obras, na aliança da graça Deus é a primeira parte contratante, determina a relação que a segunda parte manterá com Ele.
4.       A RESPOSTA FAVORÁVEL DO HOMEM. (a) a resposta positiva será caracterizada por um amor verdadeiro, fiel, confiante, consagrado e devotado.
Diferentes Dispensações da Aliança: . A PRIMEIRA REVELAÇÃO DA ALIANÇA ( Gên. 3.15); A ALIANÇA COM NOÉ ; A ALIANÇA COM ABRAÃO Gn 17.7; A ALIANÇA SINÁITICA  Ex 19.5; Lv 26.44, 45; Aliança Davídica, 2 Sm 7.14, Nova Aliança, Jr 31.33; Hb 8.10;


domingo, 16 de junho de 2013

EBD ATOS 7-A DEFESA E MORTE DE ESTEVÃO

EBD ATOS 7-A DEFESA E MORTE DE ESTEVÃO

Jantar dos Namorados - Viva o namoro entre casados.


                                                   Comemoração do Dia dos Namorados
                                              O Mestre de cozinha - Erielton - Caprichou


                                          A Preparação do Templo para receber os convidados.




                                                               A Equipe do Evento.

                                                                  O Salão pronto
                                          O Primeiro casal a chegar Marco Aurelio e Veronica
                                                       Diaconisa Célia e Moacir
                                                  Presbítero Pablo e Ministra Silvia
                                           Presbitero e Ministra e Pastor e Pastora
                                                                       Wilian e Monique
                                                         Composição da primeira mesa

                                                            Wagner e Evangelista Vânia
                                                         Os adolescentes trabalhando
                                                         Pastor Camargo e Pastora Flor
                                                     Evangelista Erivelton e Diaconisa Stella
                                                                  A Entrada servida
                                                            Evangelista e diaconisa
                                                              Presbitero e diaconisa
                                                                  Ministra louvando

                                                               Wagner e Evangelista

                                                         Veronica e Marco Aurélio

                                                          Os casais desfrutando o jantar

                                                                     Nelito e Neide




                                                                        Os casais